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Taxas menores para remessas ao exterior

Com taxas menores que o sistema financeiro convencional o bitcoin tem servido bem pessoas que precisam enviar remessas ao exterior.

Por se tratar de um sistema de pagamento p2p (peer-to-peer), no qual o usuário consegue transferir eletronicamente seu dinheiro para qualquer lugar do mundo de forma direta, instantânea, sem intermédio e com baixíssimos custos de transação, a criptomoeda caiu no gosto dos brasileiros que necessitam enviar dinheiro ao exterior.

Quando feitas com bitcoin, remessas desse tipo podem custar no mínimo 10% menos que se fossem feitas de forma convencional. Além disso, com a moeda digital o sistema é menos burocrático: basta usar reais para comprar o dinheiro virtual no Brasil e revendê-lo no exterior, sacando em dólar, euro ou qualquer outra moeda, e está feita a remessa.

Esse processo evita o pagamento de taxas, uma vez que nenhum centavo da transação será monitorado ou mesmo registrado pelo Banco Central ou por instituições financeiras em qualquer dos países entre os quais a transação foi realizada.

E outra vantagem encontrada por quem se utiliza desse método para remessas ao exterior é a redução do tempo de espera para que o dinheiro seja disponibilizado na conta do receptor da divisa. A média é que uma operação dessas demore ao menos quatro dias até que todas as informações sejam checadas pelo banco do país emissor e depois onde o dinheiro será sacado.

Os dois exemplos mais frequentes de uso de bitcoin para transações internacionais são aquelas feitas por famílias que custeiam os estudos dos filhos no exterior. E, de modo inverso, por brasileiros que trabalham em outros países e mandam para casa parte de seus salários.

Pelos meios convencionais, o envio de dinheiro do Brasil para qualquer país só pode ocorrer por meio de operações cambiais e pessoas físicas estão sujeitas a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 0,38%, além do custo de remessa e o pagamento da corretagem, que varia de acordo com o valor da operação. Empresas devem usar uma corretora para compra dos dólares, informar a finalidade, pagar imposto de renda de até 33% (quando o destino é um paraíso fiscal) e todas as taxas às quais pessoas físicas estão sujeitas.

Taxas menores para remessas ao exterior
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